celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917.
Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.
A ONU designou 1975 como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.
Ser mulher é ser cidadã, com todos os direitos e deveres.
Não se curve, não se abaixe, não se deixe instrumentalizar, não se conforme em ser mandado, não colabore (voluntariamente) com o poder vertical. Desobedecer é, antes de qualquer coisa, resistir.
Quando você resiste ao poder vertical, você estabelece uma sintonia com as grandes correntes de humanização do mundo. Quando você cede, sujeitando-se a alguém ou sujeitando outras pessoas a você (no fundo, dá no mesmo), contribui para desumanizar o mundo e a você mesmo. (Desobedecer Augusto de Franco)
Elizabeth Barbosa Psicóloga Clinica e Ecopsicologa
Passamos a vida em busca da
felicidade, esse tesouro escondido.
Assim:
Em busca da felicidade, uns fogem
de casa, outros voltam prá casa.
Em busca da felicidade, uns se
casam, outros se divorciam.
Em busca da felicidade, alguns
desejam viver sozinhos, outros desejam ter uma grande família.
Em busca da felicidade, uns fazem
viagens caríssimas, de lazer, outros trabalham além do normal.
Em busca da felicidade, uns
desejam ser profissionais liberais para comandar suas próprias vidas, outros
desejam continuar sendo empregados para terem a certeza do salário no final do
mês e assim serem felizes.
É uma busca infinita. Anos
desperdiçados. Nunca a lua está ao alcance das mãos... Nunca o fruto está
maduro... Nunca o carinho recebido é suficiente...
Mas há uma forma melhor de se
viver! A partir do momento em que DECIDIMOS SER FELIZES, esta busca da
felicidade chega ao fim e é quando percebemos
que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro
novo, naquela profissão, naquela pessoa... E principalmente que a felicidade
não esta à venda.
Quando não conseguimos satisfação
dentro de nós mesmos, é inútil procurá-la em outro lugar. Sempre que dependemos
de fator externo para ter alegria estamos fadados a decepção. A felicidade
consiste na satisfação com o que temos e não em tudo aquilo que temos condições
de adquirir.
Poucas coisas são necessárias
para fazer uma pessoa sábia feliz, ao mesmo tempo em que nenhuma fortuna
satisfaz a quem é inconformada.
Tenhamos certeza de que a única
fonte de felicidade está dentro e nós e deve ser repartida. Repartir nossas
alegrias é como espalhar perfume sobre os outros: sempre algumas gotas acabam
caindo sobre nós mesmos.
Se chover sinta-se feliz com a
chuva que rega os campos, varre as ruas, limpa as folhas das árvores e purifica
o ar. Se faz sol aproveite o calor. Se o solo estiver seco aproveite para
colocar as mãos na terra, plantar sementes e aguardar a floração. Se houver
flores em seu jardim aproveite o perfume.
“O tempo é muito lento para os
que esperam.
Muito rápido para os que têm
medo.
Muito longo para os que lamentam.
Muito curto para os que festejam.
Mas, para os amam, o tempo é
Eterno.”
Que
“As sementes de Luz”
brotem em nossos corações irradiando os caminhos da vida.”
De “Grupo Semente de Luz”-2009 – Autor desconhecido.
- Há em cada um de nós essa necessidade de ter, em algum lugar, nosso jardim secreto, não onde vamos confinar nossos segredos, mas onde possamos ter um encontro real e exclusivo conosco.
- Algumas pessoas sentem mais essa necessidade que outras, mas estar consigo interiorizar-se, colocar ordem os pensamentos é vital ao equilíbrio de todos nós.
– Em todo relacionamento onde o amor existe, esse espaço deve ser conservado com o limite de cada um.
– Os relacionamentos fusionais que ultrapassam essas barreiras acabam por destruir-se, pois amar é também respeitar que a outra pessoa tenha seu recanto, seus pensamentos e por quê não, seus próprios amigos, próprias idéias e sonhos.
– As pessoas não precisam estar juntas cem por cento do tempo para provarem que se amam. Elas se amam porque se amam e pronto.
- Dar ao outro um pouco de espaço, um pouco de ar para respirar, é dar-lhe também a oportunidade de sentir falta de estar junto. E isso vale tanto para os amores como para as amizades.
– As cobranças intermináveis resultantes de ocorrências afetivas, acabam por sufocar a outra parte e cria na que pede, espera e implora, ansiedades que a tornarão infeliz, pois ela verá como desamor qualquer gesto que não seja corresponda ao que esperava.
– Amar é deixar o outro livre para ficar ou para se retirar, É respeitar seu silêncio e seu desejo de solidão. E é deixá-lo livre para ir e voltar quando o coração pedir quer isso seja dentro de uma casa ou dentro de si mesmo.
- Porém nada impede que um grande e lindo jardim seja construído junto com o outro e que, de mãos dadas, se passeie por ele, com o peito cheio de felicidade e a cabeça cheia de sonhos... Mas ainda assim, o jardim secreto de cada um deve ser mantido como lugar único e que vai, no fim das contas, enriquecer relações.
Há! Como seria bom se soubéssemos fazer isso... E aplicar nas nossas reuniões... Leia com calma para sentir.
Sempre vi anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de Escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular. Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que... “não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de idéias dentro da cabeça sobre como são as coisas. Para server é preciso que a cabeça esteja vazia.”
Parafraseando o Alberto Caeito: Não é bastante ter ouvido para ouvir o que é dito. É preciso também que haja silêncio dentro da alma. Daí a dificuldade... A gente não aquenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor... Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer. Como se aquilo que a ele tem a dizer não fosse digno de descansada consideração... E precisasse ser completada com aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor...
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância. No fundo somos mais bonitos... somos mais...
Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios: reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. Abrindo vazios de silêncio... Expulsando todas as idéias estranhas. Todos em silêncio à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem. Terminada a fala, novo silêncio.
Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos... Pensamentos que ele julgava essenciais e que para os outro são estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades. Primeira: - Fiquei em silêncio somente por delicadeza... Na verdade não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Então falo como se você não tivesse falado. Segunda: Ouvi o que você falou, mas, isso que você falou como novidade, eu já pensei há muito tempo. Em ambos os casos estou chamando o outro de tolo, o que é pior do que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: estou ponderando cuidadosamente tudo àquilo que você falou. E assim, segue a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamento. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia. Eu comecei a ouvir. Fernando Pessoa conheceu a experiência... E se referia a algo que se ouve nos intervalos das palavras...
A música acontece no silêncio. Os pianistas, por exemplo, antes de iniciar o concerto, diante do piano ficam assentados em silêncio. A alma é uma catedral submersa. No fundo do mar – quem faz mergulho sabe – a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos, dos falatórios e dos saberes da filosofia ouvimos melodias que não existem e que de tão lindas nos faz chorar... Prá mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio!... Daí a importância de saber ouvir os outros... A beleza está na comunhão, que é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.
Um por do sol prá iluminar a tua noite; para te trazer alegria; para deixar tua vida ainda mais bonita. O sol simboliza a força que você representa; a luz e o calor que desprendem de sua presença tranqüila, ilumina e aquece teu espírito.
Um por do sol prá você pensar no amor, na paixão que te move, na noite enluarada que não demora a chegar e te lembrar que o amanhã existe. Nada pode ser triste quando se tem esperança.
A noite chegou... Aproveite-a prá refletir e reflita que desde este momento tu podes mudar tudo para o bem se assim te propões. Encha-te de entusiasmo e viva... Viva como se fosse cedo... Reflita como se fosse tarde... Sinta o que você diz, com carinho... Diga o que você pensa, com esperança... Pense no que você faz, com fé... Faça o que você deve fazer, com amor... Viver é chegar onde tudo começa. Amar é ir onde nada termina... Olhe para Deus! Perceba no por do sol e numa noite enluarada, A PROFUNDIDADE, A RIQUEZA E O PODER DA BONDADE DIVINA.
“Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as delas.
Temos que nos bastar... Bastar-nos sempre; e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam; elas se completam... Não por serem metades, mas por serem inteiras e estarem dispostas a dividir objetos comuns, alegrias e vidas.
Com o tempo você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de si mesma (o). O segredo não é buscar borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham a você.
No final das contas, você vai encontrar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!..."