terça-feira, 28 de janeiro de 2014

PARAÍSO MODERNIZADO - GESTÃO DE RESULTADOS








Em uma cidade do interior viviam duas mulheres que tinham o mesmo nome: Flávia. Uma era freira e a outra taxista. Quis o destino que elas morressem no mesmo dia. Quando chegaram ao céu, São Pedro as esperava.

-  O teu nome?
-  Flávia
-  A freira?
-  Não, a taxista.

 São Pedro consulta as suas notas e diz:

-  Bem, ganhastes o paraíso. Leva esta túnica com fios de ouro. Pode entrar.

E chama: 
- A próxima!...
A outra se apresenta.
 -  O teu nome?
- Flávia
-  A freira?
-  Sim, eu mesma.
-  Bem, ganhastes o paraíso... Leve esta túnica de linho. Pode entrar. 
A religiosa diz:
-  Desculpe-me São Pedro, mas deve haver algum engano. Eu sou Flávia, a freira!
-  Sim, minha filha, e ganhastes o paraíso. Leve esta túnica de linho...
 -  Não pode ser! Eu conheço a outra Flávia, Senhor. Era taxista, vivia na minha cidade e era um desastre! Subia as calçadas, batia com o carro todos os dias, conduzia  pessimamente e assustava as pessoas.Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 65 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ela recebe a túnica com fios de ouro e eu a de linho?
 -  Não há nenhum engano - diz São Pedro. É que, aqui no céu, estamos adotamos uma gestão mais profissional do que a de vocês lá na Terra...

-  Não estou compreendendo!
 -  Eu explico. Já ouviu falar de Gestão de Resultados? Agora nos orientamos por objetivos, e observamos que nos últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ela conduzia o táxi, as pessoas rezavam! Resultado é o que importa. Isso é Gestão de Resultados!


Autor desconhecido.

domingo, 12 de janeiro de 2014

UMA LIÇÃO QUE UM RATO NOS DÁ.

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:


- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
 
A galinha respondeu:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e continuou:
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
O porco riu e disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
 

O rato desesperado dirigiu-se ao boi gritando:
- Há ratoeira na casa!

O boi deu uma gargalhada e respondeu:
- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa, muito triste, pois ia encarar a perigosa ratoeira.
 Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para acender a lamparina ver o que havia pegado. No escuro, ela não percebeu que na ratoeira havia uma cobra venenosa presa pela cauda. E a cobra picou a mulher...
 O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.


Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro colheu na sua horta todos os temperos depois pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal: a galinha.

Como a mulher continuava a piorar, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.


A mulher foi piorando, piorando e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então, para alimentar todo aquele povo teve que matar o boi.

 
Moral da História:
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se de que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é o problema de todos!

PS: excelente fábula para ser divulgada principalmente na família e em grupos de trabalho!
"Nós aprendemos a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos".

domingo, 29 de dezembro de 2013

POEMA AOS AMIGOS

Faço minha essas palavras De Jorge Lins Borges
Não posso dar-te soluções para todos os problemas da vida nem tenho respostas para as tuas dúvidas ou temores
               mas, posso escutar-te e repartir contigo.

Não posso mudar o teu passado nem o teu futuro
               mas, quando precisares de mim estarei junto a ti.

Não posso evitar que tropeces;
posso somente oferecer-te minha mão para te apoiares e não cair.

Tuas alegrias, teus triunfos e êxitos não são meus
               mas, regozijo-me sinceramente quando te vejo feliz.

Não julgo as decisões que tomas na vida;
               mas, te apoio e te estimulo e te ajudo quando me pedes.

Não posso traçar teus limites;
               mas, ofereço-te o espaço necessário para cresceres.

Não posso evitar teu sofrimento quando alguma coisa te parte o coração
               mas, posso chorar contigo e recolher os pedaços, para armá-lo de novo.
                          
                       Não posso dizer-te quem és nem quem deverias ser;
                 MAS, POSSO AMAR-TE COMO ÉS E SER TEU AMIGO.                              

domingo, 15 de dezembro de 2013

...SER TÃO PERFEITO COMO ...

Se consegues... Como ele... Começar o teu dia sem cafeína.

Se consegues estar de bom humor, sabendo ignorar os teus males e tuas dores...

Se consegues nunca te queixar nem aborrecer os outros com teus problemas...

Se consegues compreender quando os que te amam estão ocupados demais para te dispensar o seu tempo...

Se consegues aceitar que te censures por uma falta que não cometeste...

Se consegues acreditar que cuidarão de ti até o fim da tua vida...

Se consegues aceitar  todas as críticas sem nunca te rebelares...

Se consegues suportar a grosseria de certas pessoas sem nunca as corrigir...

Se consegues enfrentar a vida sem nunca mentir ou falsear...

Se consegues ficar alegre sem nunca tomar uma gota de álcool...

Se consegues comer da mesma comida todos os dias e continuar feliz...

Se consegues amar sem condições, sem esperar nada em troca...

Então meu amigo ou minha amiga, és...
...QUASE TÃO PERFEITO COMO UM CÃO.


sábado, 30 de novembro de 2013

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA

  Esta história devia aparecer nas manchetes dos jornais...

Uma imagem de John Gebhardt no Iraque.
Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração
A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a familia desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça... mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.
Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena compartilhar com o Mundo inteiro.Vamos a isso !
Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral.
Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos nós precisamos ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta. 
Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar as velas...

domingo, 24 de novembro de 2013

AS QUATRO VELAS




De repente chegou uma criança e vendo as três velas apagadas disse:
 - Que é isso? Vocês devem ficar acessas e queimar até o fim.
Ouvindo isso a quarta vela falou: "-Não tenha medo, criança. Enquanto eu estiver acesa poderemos ACENDER as outras velas.
 
Desejo que a CHAMA DA ESPERANÇA,  DO AMOR, DA PAZ, E TAMBÉM A DA AMIZADE
nunca se apague dentro de você.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

DOR COMPARTILHADA



fotos do Google
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. O médico determinou que um deles ficasse sentado durante uma hora como parte do tratamento. Sua cama estava junto à única janela do quarto. O outro que não podia se mover ficava sempre deitado.
Os homens conversavam horas e horas!...Falavam a respeito de suas mulheres, de suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem que ficava perto da janela se sentava passava o tempo todo a descrever para seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela. Assim aquele doente quase paralítico começou a viver à espera desses momentos em que seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago onde patos e cisnes nadavam e crianças brincavam com seus barquinhos. Jovens casais caminhavam alegres e felizes por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores antigas e enormes acariciavam a paisagem e uma pequena parte da cidade podia ser vista na linha do horizonte.

Enquanto o homem cuja cama ficava perto da janela descrevia isso tudo com extraordinário pormenor, o outro que não podia se levantar fechava os olhos e imaginava toda aquela linda paisagem.
Uma vez ele descreveu para seu companheiro um desfile que estava a passar lá distante. Embora não ouvisse a música vinda da banda, aquele sofrido homem conseguia ver e ouvir tudo em sua mente, através das palavras do amigo.

Assim passaram-se dias e semanas...

Um dia a enfermeira entrou no quarto para cuidar dos dois e constatou que o homem que estava perto da janela havia falecido calmamente enquanto dormia. Ela e todos os funcionários do hospital ficaram muito tristes. Depois que retiram o corpo do quarto e fizeram a divida limpeza o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse que sim e logo fez a troca. Depois de se certificar que o doente estava bem instalado ela deixou o quarto.

Assim que se viu só, aquele doente cheio de dores apoiando-se nos cotovelos com grande dificuldade ergueu-se para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para todos os lados de fora da janela e o que viu?

Uma imensa parede de tijolos...

Quando a enfermeira retornou, ele, sem nada compreender perguntou o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesses descrito coisas tão maravilhosas que haviam do lado de fora da janela!.. 
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e sequer conseguia ver a parede; e disse:


 “Talvez ele quisesse apenas te dar coragem para suportar o sofrimento.”
Autor desconhecido