sábado, 30 de novembro de 2013

UMA HISTÓRIA VERDADEIRA

  Esta história devia aparecer nas manchetes dos jornais...

Uma imagem de John Gebhardt no Iraque.
Esta é uma dura história de guerra, porém toca-nos o coração
A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a familia desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça... mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito. As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam. A menina tem vindo a recuperar gradualmente.
Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra. John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer.
Isto, meus amigos, vale a pena compartilhar com o Mundo inteiro.Vamos a isso !
Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral.
Se vos tocou, dêem a conhecer. Todos nós precisamos ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta. 
Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar as velas...

domingo, 24 de novembro de 2013

AS QUATRO VELAS




De repente chegou uma criança e vendo as três velas apagadas disse:
 - Que é isso? Vocês devem ficar acessas e queimar até o fim.
Ouvindo isso a quarta vela falou: "-Não tenha medo, criança. Enquanto eu estiver acesa poderemos ACENDER as outras velas.
 
Desejo que a CHAMA DA ESPERANÇA,  DO AMOR, DA PAZ, E TAMBÉM A DA AMIZADE
nunca se apague dentro de você.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

DOR COMPARTILHADA



fotos do Google
Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. O médico determinou que um deles ficasse sentado durante uma hora como parte do tratamento. Sua cama estava junto à única janela do quarto. O outro que não podia se mover ficava sempre deitado.
Os homens conversavam horas e horas!...Falavam a respeito de suas mulheres, de suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... E todas as tardes, quando o homem que ficava perto da janela se sentava passava o tempo todo a descrever para seu companheiro de quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela. Assim aquele doente quase paralítico começou a viver à espera desses momentos em que seu mundo era alargado e animado por toda a atividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

A janela dava para um parque com um lindo lago onde patos e cisnes nadavam e crianças brincavam com seus barquinhos. Jovens casais caminhavam alegres e felizes por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores antigas e enormes acariciavam a paisagem e uma pequena parte da cidade podia ser vista na linha do horizonte.

Enquanto o homem cuja cama ficava perto da janela descrevia isso tudo com extraordinário pormenor, o outro que não podia se levantar fechava os olhos e imaginava toda aquela linda paisagem.
Uma vez ele descreveu para seu companheiro um desfile que estava a passar lá distante. Embora não ouvisse a música vinda da banda, aquele sofrido homem conseguia ver e ouvir tudo em sua mente, através das palavras do amigo.

Assim passaram-se dias e semanas...

Um dia a enfermeira entrou no quarto para cuidar dos dois e constatou que o homem que estava perto da janela havia falecido calmamente enquanto dormia. Ela e todos os funcionários do hospital ficaram muito tristes. Depois que retiram o corpo do quarto e fizeram a divida limpeza o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse que sim e logo fez a troca. Depois de se certificar que o doente estava bem instalado ela deixou o quarto.

Assim que se viu só, aquele doente cheio de dores apoiando-se nos cotovelos com grande dificuldade ergueu-se para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para todos os lados de fora da janela e o que viu?

Uma imensa parede de tijolos...

Quando a enfermeira retornou, ele, sem nada compreender perguntou o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesses descrito coisas tão maravilhosas que haviam do lado de fora da janela!.. 
A enfermeira respondeu que aquele homem era cego e sequer conseguia ver a parede; e disse:


 “Talvez ele quisesse apenas te dar coragem para suportar o sofrimento.”
Autor desconhecido

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

COMO DEUS ME FEZ



Quando fui feita pelas mãos de Deus, talvez tenha sido num fim de semana ou fim de expediente... Em um desses dias em que há falta de material e sobras para serem aproveitadas.
Talvez a própria ideia de minha criação tenha surgido pela necessidade de aproveitamento dessas sobras.
Então, célula por célula, pedaço a pedaço, com todo o amor com que criou a humanidade inteira, as Mãos Divinas foram me dando forma.

De ossos não havia escassez... Tive uma boa ossatura. Sangue para o tamanho de um bebê havia bastante.

O criador começou a ter problemas com as veias. Faltava um pedaço bem pequeno e,  para completar deu-me a que sobrou de um poeta.

No coração colocou as mesmas fibras dos grandes amantes e um pedaço do cérebro de um sonhador.

Depois, com visão própria de um Deus anteviu o meu destino... Estou certa de que se comoveu ao terminar-me... Tocou-me mais uma vez remodelando-me as formas e num gesto de Divina piedade, ao passar as mãos sobre meus ombros reforçou-os com as fibras com que formou os de Seu Divino Filho.

É por isso que nas horas tristes tento ser poeta! Mesmo quando a amargura é muita, o coração transborda de amor entre tanto desamor! E quando parecem perdidas as esperanças, ainda sonho! Sob o peso do infortúnio não vergam os ombros feitos da mesma fibra dos de Cristo. Sou capaz de jurar que, ao ver sua obra pronta para a vida, Ele hesitou... 
                                                      
                                                      “E o sexo? O forte ou o fraco?”.

Não custou a Se decidir... Tinha de ser o Forte!

E ME FEZ MULHER...

 Créditos: recebido em slide onde consta:
Imagem recebida por e-mail:
Texto cedido pela autora: Yeda Maria Finamore Ferraz


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

SACUDINDO A TERRA


Um dia o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por si próprio. Por isso o animal relinchou forte, por muito tempo, enquanto o dono pensava numa solução para retirá-lo dali.

Finalmente tomou uma decisão. Concluindo que o animal já estava muito velho e não servia mais para o trabalho e também que o poço já estava seco necessitando de ser aterrado, não havia necessidade de atormentar tanto. Que ele fez!... Com uma pá começou a jogar terra dentro do poço para que o animal fosse enterrado mesmo estando vivo.

O cavalo não tardou a se dar conta do que estava acontecendo e relinchava desesperadamente. Mas num determinado momento aquietou-se. O camponês que continuava jogando a terra olhou pra dentro do poço procurando saber como estava indo o seu serviço. E o que viu?!... O cavalo de pé bem atento!

A cada pá de terra que caia sobre suas costas o cavalo a sacudia; e quando a terra caia no chão ele pisava, pisava...

Assim, ele conseguiu chegar ate a boca do poço passar sobre borda e sair trotando...

Pois é!

A vida vai jogar muita terra e sujeira sobre você. Principalmente se você já estiver no fundo do poço. Mas não fique aflito; o segredo para se livrar disso é sacudir a terra que lhe jogam nas costa e dar um passo sobre ela. Cada um dos nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos demos por vencidos. Use a terra que te jogam nas costa para seguir adiante.

sábado, 31 de agosto de 2013

A COMPETÇÃO DOS SAPINHOS.


Autor desconhecido
Uma vez um grupo de sapinhos organizou uma competição que tinha por objetivo alcançar o topo de uma torre muito alta. Uma multidão de sapos de todos os tamanhos se juntou em volta da torre para ver a corrida e animar os competidores...
A corrida começou... Mas ninguém naquela multidão toda acreditava realmente que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre, e diziam:
- Oh, é difícil demais!!!..
- Eles NUNCA vão chegar lá em cima... A torre é muito alta!
- Eles não terão sucesso e vão ficar envergonhados...
Os sapinhos começaram a subir, mas, logo em seguida caiam... Alguns conseguiam um pouco mais, mas logo caiam também...
E a multidão continuava a gritar:
- É muito difícil! Ninguém vai conseguir!
Os sapinhos se cansaram e desistiram... Mas UM, muito tímido, continuou a subir, a subir... Sem desistir...

No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre, com exceção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo! 

Terminada a competição todos os participantes quiserem saber como aquele sapinho teve tanta força para atingir o objetivo e obter tamanha vitória; e se dirigiram ao campeão que não respondia e nem dava sinal de que estava entendendo o porquê de toda aquela confusão.
E o resultado foi...
O sapinho campeão era SURDO.

Agora, meus amores, tirem as suas conclusões!...


quarta-feira, 12 de junho de 2013

DEFICIENCIAS

Mario Quintana (escritor gaúcho *30/07/1906 + 05/05/1994)   

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive. 

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui. 

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores. 

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês. 

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia. 

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda. 

"Diabético" é quem não consegue ser doce. 

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: 

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus. 

"A amizade é um amor que nunca morre”