domingo, 25 de julho de 2010

QUANDO ME AMEI DE VERDADE

Charles Chaplin

Quando passei a me amar de verdade, compreendi que em qualquer circunstância estou no lugar certo, na hora certa, no momento exato, então passei a me relaxar.

Hoje sei que isso tem um nome: AUTOESTIMA


Quando passei a me amar de verdade, passei a perceber que minha angústia e minha solidão emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.

Hoje sei que isso é, AUTENTICIDADE.


Quando passei a me amar de verdade, parei de desejar que minha vida seja diferente; e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para meu crescimento interior.

Hoje chamo isso de AMADURECIMENTO


Quando passei a me amar de verdade passei a perceber como é ofensivo forçar alguma situação ou alguém, inclusive a mim mesmo, somente para realizar aquilo que estou desejando, mesmo sabendo que não é o momento adequado ou que a pessoa não está preparada para isso.

Hoje sei que o nome disso é: RESPEITO.


Quando passei a me amar de verdade, comecei a me livrar de tudo que não seja saudável: pessoas, tarefas, toda e qualquer coisa que me ponha para baixo. Inicialmente minha razão chamava essa atitude de egoísmo.

Hoje sei que isso se chama AMOR PRÓPRIO.


Quando passei a me amar de verdade, deixei de temer meu tempo livre; desisti de fazer grandes planos e abandonei os grandes projetos para o futuro. Agora faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.

Hoje sei que isso é... SIMPLICIDADE.


Quando passei a me amar de verdade, desisti de querer ter sempre razão; e desse modo comecei a errar menos.

Hoje descobri a HUMILDADE.


Quando passei a me amar de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente vivendo um dia de cada vez que é onde a vida acontece.

Hoje percebi que isso é... PLENITUDE.


Quando passei a me amar de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar; mas quando a coloco a serviço do meu coração ela se torna uma grande e valiosa aliada.Hoje descobri que isso é...SABER VIVER.


“Não devemos ter medo dos confrontos!... Até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas”

Texto recebido por e-mail em slide formatado por Cleber Rodrigues.

sábado, 26 de junho de 2010

COISAS DA VIDA


Já escondi um amor com medo de perdê-lo,
Já perdi um amor por escondê-lo...

Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos...

Já expulsei de minha vida pessoas que eu amava
Já me arrependi por isso...

Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...

Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem...

Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram...

Já passei horas na frente do espelho tentando descobri quem sou,
Já tive certeza de mim, ao ponto de querer sumir...

Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade e também me arrependi...

Já acreditei em pessoas que não valiam à pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam...

Já fingi não dar importância a pessoas que eu amava,
Para mais tarde chorar quieta em meu canto...
Já senti falta de alguém, mas nunca lhe disse...

Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir,
Já tive crise de riso quando não podia...

Já deixei de falar o que penso para agradar uns,
Já falei o que não pensava, para magoar outros...

Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar...

Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros..

Já contei piadas sem graça para ver um amigo feliz,
Já inventei histórias de final feliz para dar esperança a quem precisava...

Já cai inúmeras vezes e pensei que não iria me reerguer,
Já reergui inúmeras vezes pensando que não cairia mais..
Já chamei pessoas próximas de “amigo”, e descobri que não eram;
Há algumas pessoas que nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim...


Já corri atrás de um carro por ele levar embora alguém que eu amava,

Já chamei por minha mãe no meio da noite, por causa de um pesadelo, mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda...

Não me dêem fórmulas certas, porque não espero acertar sempre...
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir sempre meu coração!
Não me peçam para ser o que não sou; não me convidem a ser igual a outros, porque, sinceramente, sou diferente...
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras...
Não sei voar com os pés no chão...
Sou sempre eu mesma, mas, com certeza, não serei a mesma sempre...

Com o tempo aprendi que: o que importa não é o que você tem na vida, mas QUEM você tem na vida...

GOSTO DE CADA UM DE VOCÊS DE UM JEITO ESPECIAL E ÚNICO...

domingo, 23 de maio de 2010

A ILHA


Era uma vez uma ilha onde viviam todos os sentimentos e valores humanos: o Bom Humor, a Tristeza, a Sabedoria e juntamente com os demais, o Amor.

Um dia esses sentimentos foram informados de que a ilha iria submergir. Então, todos prepararam seus barcos e partiram; somente o Amor ficou esperando até o último momento.

Quando a ilha estava a ponto de afundar o Amor resolveu pedir ajuda; e pedeu à Riqueza que estava passando em seu luxuosíssimo barco:

- Riqueza, podes me levar contigo? Respondeu a Riqueza:
- Não!... Não posso porque tenho muito ouro e prata dentro da barca e por isso não há lugar para ti.

O Amor então decidiu pedir ajuda ao Orgulho que estava passando em uma magnífica barca. Disse:
- Orgulho, te imploro, podes me levar contigo? Respondeu o Orgulho:
- Não!... Não posso te levar, Amor! Aqui tudo é muito perfeito e poderás arruinar minha barca!...

Então o Amor disse à Tristeza que estava se aproximando:
- Tisteza, te peço!... Deixa-me ir contigo!...
- Oh! Amor!... Respondeu a Tristeza. - Estou tão triste que necessito estar sozinha!...

Foi nesse exato momento que o Bom Humor foi se aproximando também; mas ele estava tão alegre que nem percebeu que o estavam chamando.

De repente uma voz disse:
- Vem Amor, que eu te levo comigo.

Era um velho que o havia chamado. O Amor se sentiu tão contente e cheio de felicidade que se esqueceu de perguntar ao velho como ele se chamava. Quando chegou à terra o velho desapareceu. Foi então que o Amor se deu conta do quanto lhe devia e perguntou ao Saber:
- Saber, podes me dizer quem é o velho que me ajudou?
- Foi o Tempo! - Respondeu o Saber.
- O Tempo? - Perguntou o Amor a si mesmo. - Por que será que o Tempo me ajudou?...

Então o Saber, cheio de sabedoria, respondeu:
- Porque somente o Tempo é capaz de fazer compreender quanto o Amor é importante na vida!...
crédito: mensagem recebida por e-mail.

terça-feira, 18 de maio de 2010

QUE SÃO AMIGOS?

São flores que brotam ao longo do caminho da nossa vida para que saibamos encontrar a primavera e em seguida o verão.
E quando chega o outono cheio de beleza e melancolia, os amigos estão presentes nos proporcionando alegria;
e quando chega o inverno frio e escuro, trazendo saudade e noites longas, os amigos nos trazem calor e luz com o brilho de sua presença.

Algumas dessas flores já desabrocando:


Daniela (18 anos)


Solange (16 anos)



outras ainda em botão:
Rubens=Binho (14)

Keyla = (12 anos)

Yuri = (12 anos)

Kely = (11 anos)

Samantha = (11 anos)

Natália = (11 anos)

Gabriel = Bibi (11 anos)

Bruna = 10 anos)

perfumam nossa existência; então tomamos connciência de que não estamos sozinhos.
Obrigada crianças por vocês existirem e participarem de minha vida nesse momento tão difícil. As horas compartilhadas com vocês são horas de carinho, amor e cuidado.

Amigos que se doam sem querer saber se vai ter retorno, que se entregam pelo simples prazer de ver a felicidade do outro, são flores raras que merecem cuidados especiais; são seres grande e tão importantes que nos dá vontade de chorar somente pelo fato de saber que eles existem... porque conseguem chegar até nossa alma... SÃO PRESENTES DE DEUS.

Se nos momentos dolorosos todo o mundo nos virar as costas mas no meio desse mundo uma flor, nem que seja uma única flor, brotar no jardim da nossa existência, então toda a nossa vida já valeu a pena ter sido vivida!...

sábado, 13 de março de 2010

PARTIDAS E CHEGADAS

Por ocasião de uma festa comemorativa de seu aniversário, São Francisco explicava a todos:
“Quando observamos, da praia, um veleiro a se afastar da costa navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara. O barco impulsionado pela força dos ventos vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.

Quem observa o veleiro sumindo na linha do horizonte, certamente exclamará: “JÁ SE FOI”. Terá sumido? Evaporado? Não, com certeza. Apenas o perdemos de vista. O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós. Continua tão capaz de levar ao porto de destino as pessoas e cargas recebidas, como quando zarpou do cais. O veleiro não evaporou; apenas não podemos mais vê-lo. Mas continua o mesmo. E talvez naquele exato instante em que alguém diz: “JÁ SE FOI”, haverá outras vozes, em outra dimensão, a afirmar: “LÁ VEM O VELEIRO”.


Assim é a morte.
Quando o veleiro, parte levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: “Já se foi”. Terá sumido? Evaporado? Não; apenas o perdemos de vista.

O ser que amamos continua o mesmo; seus dons e suas conquistas persistem dentro do mistério divino. Nada se perde a não ser o corpo físico de que não mais necessita. E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: “JÁ SE FOI”, no além outro alguém dirá: “JÁ ESTÁ CHEGANDO”.


Chegou ao destino levando consigo todas as aquisições feitas durante a vida terrena. Nela, cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, de acertos e erros, até que resolva desfazer-se do que julga não mais necessário. A vida é feita de PARTIDAS E CHEGADAS. De idas e vindas. Assim, o que para uns é a partida, para outros é a chegada.

Portanto um dia, todos nós partiremos como seres imortais que somos indo ao encontro Daquele que nos criou.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

VOCÊ VAI CHORAR?...

Eu chorei!..
QUANDO ME TORNEI INVISÍVEL
Já não sei em que data estamos. Lá em casa não há calendários e em minha memória as datas estão todas misturadas. Me recordo daquelas folhinhas grandes, lindas, ilustradas com imagens de santos que colocávamos ao lado da penteadeira. Já não há nada disso. Todas as coisas antigas foram desaparecendo. E sem que ninguém desse conta eu fui me apagando também...
Primeiro me trocaram de quarto, pois a família cresceu. Depois me passaram para outro menor ainda com a companhia das minhas bisnetas.

Agora ocupo um quartinho que há no pátio de trás. Prometeram trocar o vidro quebrado da janela, porém se esqueceram e todas as noites por ali circula ar gelado que aumenta minhas dores reumáticas. Mas tudo bem...

Desde há muito tempo tinha a intenção de escrever, porém passava semanas procurando um lápis. E quando o encontrava, eu mesma não sabia onde o havia posto; na minha idade as coisas se perdem facilmente; claro que não é uma enfemidade delas, das coisas, porque estou segura de tê-las, porém sempre desaparecem.

Noutra tarde dei-me conta de que minha voz também havia desaparecido. Quando eu falo com meus netos ou com meus filhos, eles não respondem. Todos conversam sem me olhar, como se eu não estivesse com eles, escutando tudo atentamente. As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer não ocorreu a nenhum deles e que lhes vai ser de grande utilidade. Porém não me ouvem, não me olham, não me respondem. Então, cheia de tristeza me retiro para meu quarto e vou beber minha xícara de café. E faço assim de propósito para que compreendam que estou aborrecida, para que se dêem conta de que me entristecem e venham buscar-me e me paçam perdão... Porém ninguém vem... Quando meu genro ficou doente, pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil; lhe levei um chá especial que eu mesma preparei. Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse; só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento me indicou que se dera conta da minha presença. O chá foi esfriando e junto com ele, meu coração...

Noutra ocasião lhe disse que quando eu morresse todos iriam se arrepender. Meu neto menor disse: "Ainda estás viva, vovó?" Eles acharam tanta graça, que não pararam de rir. Três dias estive chorando no meu quarto, até que numa manhã entrou um dos rapazes para retirar umas rodas velhas e nem bom dia me deu...
Foi então quando me convenci que sou invisível... Parei no meio da sala para ver se me tornando um estorvo me olhavam. Porém minha filha segui varrendo sem me tocar, os meninos corriam em minha volta de um lado para o outro, sem tropeçar em mim.

Outro dia os meninos agitados me vieram dizer que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo. Fiquei muito feliz. Fazia tanto tempo que eu não saia de casa e mais ainda ir ao campo! Quis arrumar as coisas com calma. Nós velhos demoramos muito ao fazer qualquer coisa; por isso adiantei meu tempo, para não atrazá-los. Rápidos eles entravam e saiam da casa correndo levando as bolsas e brinquedos para o carro. Eu já estava pronta, e muito feliz permanecia no saguão a esperá-los.

Quando me dei conta eles já tinham partido e o carro desapareceu envolto em algazarra; compreendi que não estava convidada, talvez porque não coubesse no carro, ou porque meus passos lentos iriam impedí-los de caminhar a seu gosto, pelo bosque. Senti claramente como meu coração se encolheu e a minha face ficou tremendo como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar. Eu entendo; eles vivem o mundo deles. Riem, gritam, sonham, choram, se abraçam, se beijam... E eu já nem sinto mais o gosto de um beijo na face.

Antes beijava os pequenimos; era um prazer enorme tê-los em meus braços, como se fossem meus. Sentia sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim. A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade de cantar canções que nunca acreditava me lembrar.

Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê disse que não era bom que os velhos beijassem os bebês, por questão de saúde...

Desde então já não me aproximo deles; não quero lhes passar algum mal por minhas imprudências. Tenho tanto medo de contaminá-los!...

Eu bendigo a todos e lhes perdôou, porque...

QUE CULPA TENHO DE TER ME TORNADO INVISÍVEL!
Crédito = Hamilton Slide

domingo, 3 de janeiro de 2010

AMIGAS VIRTUAIS

Que espero, um dia conhecê-las
Cris Tarcia - seguimos os blogs uma da outra.

Valdecir - colega Curso de Turismo (pela internet) - segue meu blog e trocamos e-mails.

Bela - (blog "Bela Nada Adormecida" - Estados Unidos) Seguimos blog uma da outra.

Wilma Kroff - seguimos blog uma da outra - Vai fazer viagem de aventura.
Márcia Zamboni - Recolhe e cuida de animais abandonados - Seguimos blog uma da outra.

Rosi - (lindo blog "Refazendo a Trama") -Seguimos blog uma da outra